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| Estudo: Pesquisa completa sobre a origem do Natal |
Qualquer palavra que pronunciamos sai pela boca e vai produzir fruto, pode ser benção ou maldição, pois procede do coração, que pode ser o coração Espírito ou Coração Alma, sentimentos, tanto um como outro, vai produzir exatamente o que diz a bíblia fala de dois Senhores, Fala em agradar e servir, ninguém pode servir dois Senhores.
As cegas tradições do Natal
Alegrias e presentes à parte, muitas pessoas
pensam que o Natal é o nascimento do Senhor
Jesus, ou então que é uma festa de paz,
confraternização, e alegria... Comemoram aquela
data, de 25 de dezembro, de boa vontade
despreocupadamente, acreditando que estão
fazendo uma coisa boa, e sincera.
Se pensarmos bem, vamos ver que nunca nos
preocupamos ou questionamos de maneira adequada
sobre esta tão abominável data, a sua origem e
verdadeiras intenções.
A desculpa mais comum de se ouvir é que todo
mundo comemora o dia 25 de dezembro, e é uma
festa de paz e alegria - em outras palavras, é a
tradição cega que predomina nas atitudes das
pessoas. O mesmo tipo de tradição dos judeus que
valeu do Senhor Jesus uma forte repreensão
(Marcos 7:8,9 e 13). Tradição religiosa que
muitos prezam e sem pensar afirmam: "Meu pai foi
desta religião, nasci nela e morrerei nela!"
A religião é decidida como se fosse um agasalho
da cor predileta - isto pode custar muito caro:
a morte eterna.
Assim também, por incrível que pareça, o cristão
(aquele que verdadeiramente confessou o Senhor
Jesus, que se arrependeu dos seus pecados, que
crê, pela fé, na salvação eterna, através do
sangue do Senhor Jesus, crendo que Ele é o Deus
Todo Poderoso)- sim, este cristão comemora o
Natal, participa dessa festa, e muito
provavelmente com a máxima sinceridade, como
tradição (entre muitas outras que infestam o
meio evangélico), sem contudo saber que está
praticando um ato abominável.
Nós sabemos, é claro, que nada mais nos condena,
pois somos resgatados pelo Senhor, pela
misericórdia de Deus, pelo admirável amor, que,
enquanto mortais aqui no mundo, não entenderemos
completamente.
Isto, porém, não justifica a nossa
irresponsabilidade diante de nossas próprias
atitudes. Deus vai nos pedir conta de tudo que
fizemos aqui no mundo, após nossa conversão. (I
Cor.3:13; IICor.5:10)
Cada vez que comemoramos o Natal, escarnecemos
do Senhor Jesus, nos tornamos cúmplices das
obras das trevas e praticamos a hipocrisia.
Mas, temos recursos:
"Ora, se algum de vós tem falta de sabedoria,
peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e não
censura, e ser-lhe-á dada.
Peça-a, porém, com fé, não duvidando; pois
aquele que duvida é semelhante à onda do mar,
que é sublevada e agitada pelo
vento".(Tiago1:5,6)
Quantos de nós, porém, realmente pedimos a Deus
a sabedoria e o discernimento? Ou será que, por
medo de assumirmos nossas responsabilidades, não
nos aprofundamos nas maravilhosas riquezas da
Palavra de Deus, como Ele nos manda fazer? Ele
não Se contentaria jamais que nós, Seus filhos
lêssemos a Bíblia todas as noites, antes de
dormir, ou na hora do almoço, ou nos fins de
semana - como se fosse uma obrigação.
Mas, é para nós, herdeiros da Sua riqueza, nos
deleitarmos na Sua Palavra e nos aprofundarmos
nela.
Assim, não pecaríamos por ignorância, ou ... por
tradição.
O DIA 25 DE DEZEMBRO
Para entendermos como surgiu o dia 25 de
dezembro, e o que tem esta data a ver com o
suposto nascimento de Jesus, é necessário
analisarmos alguns fatos.
Em dezembro era celebrada a festa dos Saturnais,
dedicado ao deus Saturno, que durava cerca de
quatro dias ou mais.
Segundo criam os pagãos romanos, este deus
habitava no Lácio - nome proveniente de ter ele
se escondido naquela região - Lateré - que
significa esconder-se, ocultar-se. E tendo sido
recebido pelos homens, lhes ensinou a
agricultura, trazendo, segundo a lenda, a
chamada "Idade do Ouro".
Os Saturnais procuravam repetir esse período,
fazendo uma espécie de feriado, quando ninguém
trabalhava, os tribunais e escolas eram fechados
(1), havendo nessa festa um fato importante: "os
escravos recebiam permissão temporária para
fazer tudo o que lhes agradasse, e eram servidos
pelos amos". (2) (Os grifos são meus.)
Anteriormente, era coroado um rei, que fazia o
papel de Saturno, quando "usufruia de todas as
prerrogativas daquele deus durante um tempo e
depois morria, por sua própria mão ou
sacrificado". (3)
Esta festa era uma espécie de carnaval, e se
dava no chamado solstício de inverno.
Vamos entender o significado de solstício :
A Terra, ao girar em volta do sol, forma uma
trajetória que é chamada de eclíptica.
Porém, como o eixo de rotação da Terra não está
perpendicular à eclíptica, mas ligeiramente
inclinado, o sol, na maior parte do seu curso
aparente no céu, não passa exatamente em cima do
equador, mas fica inclinado. Há somente dois
períodos do ano em que ele passa em cima do
equador que são os períodos de equinócio. Quando
ele se inclina o máximo, tanto para o norte,
como para o sul, dá-se o que chamamos de
solstício.
Para quem vive no hemisfério norte, quando o sol
se inclina o máximo para o norte, dá-se o
solstício de verão, iniciando a estação de
verão, e quando ele se inclina o máximo para o
sul, ocorre o solstício de inverno, dando a
estação de inverno, que em certos lugares chega
a ser tão rigoroso que não há trabalho.
Nesses períodos, as noites são longas e frias.
"Este solstício é importantíssimo para os povos
nórdicos, porque de dezembro a março o sol se
apaga como se prenunciasse o fim da vida. Os
pagãos comemoravam a data com festas. Acendiam
fogueiras, ornamentavam as ruas com flores e
galhos verdes e erguiam altares nas casas.
Faziam tudo para agradar os deuses e pedir-lhes
que o inverno fosse brando e o sol retornasse
redivivo, no início da primavera".(4)
Em certas regiões, bem próximas do pólo norte,
no solstício de inverno o sol desaparece da
linha do horizonte, justamente por causa da sua
inclinação aparente para o sul. Para quem vive
nessa região, o sol fica dias sem nascer,
trazendo, portanto, uma noite longa.
No Brasil, que se situa no hemisfério sul, o
solstício de inverno se dá em junho, ( o Natal
ocorre no verão). Nesta época , temos as
chamadas "festas juninas", quando as tradições
pagãs e natalinas são também apresentadas nas
tradições da festa da fogueira, comidas típicas,
danças, etc.
Conhecendo, então, o "sumiço" aparente do sol em
certas regiões, fica fácil entender como surgiu
o culto ao sol.
O sol tem sua representação no deus greco-romano
Apolo, considerado como "Sol invicto". (5), e
seus equivalentes entre outros povos pagãos, são
diversos: Ra - o deus egípcio; Utu - dos
babilônicos; Surya - da Índia; e também Baal e
Mitra. Todos estes e as Saturnálias, deram
origem ao dia 25 de dezembro, como o dia do sol.
Baal, por exemplo, era o abominável deus dos
cananeus, e seu nome significa "senhor"(6).
Considerado o deus das montanhas, das
tempestades e da chuva, simbolizava a plenitude
da vida, e em sua mão estava o poder de provocar
as chuvas, o nascimento das fontes, e a
fertilidade da terra. (7)
Quando o Império Romano conquistou várias partes
do mundo antigo, essa divindade acabou entrando
no panteão Romano, através dos escravos
importados e mercenários sírios (8), tendo
grande aceitação principalmente porque os
romanos procuravam "novas experiências
espirituais".
No seu culto eram imoladas crianças e
adolescentes, a ponto de seus rituais serem
proibidos pelo imperador Adriano (76-138 DC).
Sua prática passou para a clandestinidade e,
posteriormente, como as religiões egípcias, seus
cultos foram depurados e desligados das
tradições bárbaras. Logo, se transformaram em
"severos códigos morais", elevando-se à
"sabedoria dos mistérios" (9), tal como se deu
com o mitraísmo.
Quanto ao Mitra - deus indo-iraniano - era muito
apreciado no exército romano (10) onde apenas
homens participavam (11) em recintos fechados -
grutas - chamados de "Mithraeum" ou "Spelaeum",
muito comum dentro de
Roma (12). Era uma religião de iniciação
secreta, com graus, semelhantes aos existentes
na maçonaria (13)
Mitra era adorado como deus-sol (14) e
comemorado entre os dias 24 e 25 de dezembro,
quando, segundo a lenda, teria nascido de uma
enorme rocha (15)Seu nome, de raiz
indo-européia, significa: "troca", "contrato" e
"amizade" justamente como é considerado: "amigo
de todos" (16)
Como Baal e Mitra já eram conhecidos dos
romanos, Aureliano (2127-275 d.C.), imperador de
Roma, estabeleceu, no ano de 273 d.C. , o dia do
nascimento do Sol em 25 de dezembro - "Natalis
Solis Invicti" - que significa: "nascimento do
Sol invencível" (17)
Foi a partir desse ponto que todas as forças do
paganismo se uniram para atacar frontalmente a
igreja do Senhor Jesus, aliciando, enganando e
infiltrando as doutrinas de iniciação aos
mistérios para dentro da igreja. O catolicismo
romano foi um dos resultados disso.
Mas, para que o plano desse certo, apareceu
Constantino (317-337 d.C.), imperador de Roma,
com uma nova maneira de abordar os cristãos.
Segundo uma lenda, antes da batalha contra
Maxêncio, ele teve uma visão da cruz contra o
sol, e uma mensagem que dizia, "com este sinal
vencerás". Constantino era adorador do Sol, mas
não há provas que ele fosse membro do mitraísmo,
em cujos rituais eram usados pães marcados com
uma cruz (18). De qualquer maneira, este símbolo
é evidentemente pagão. (19) . Conseguindo a
vitória, Constantino, aparentemente, apoiou os
cristãos e decretou o Édito de Milão em 313,
dando liberdade de culto aos cristãos e
trocando, dessa forma, a perseguição pela
tolerância tão desejada.
Mas também "estava resolvido a recompensar a
religião de seu novo patrono de maneira digna de
um Imperador Romano."
Privilégios e grandes somas de dinheiro foram
doados às igrejas de todas as municipalidades"
(20).
Ele "legalizou" o cristianismo perante o mundo
pagão e "os sacerdotes cristãos tiveram direito
à mesma insenção fiscal concedida aos de outras
religiões" (21)
Na verdade, Constantino igualou o "cristianismo"
com o paganismo. Realmente, foi uma boa
estratégia. Os cristãos, antes cruelmente
perseguidos, agora, receberam do imperador a
liberdade de culto, e passaram a enfrentar um
novo problema: a interferência do Estado na
Igreja . Constantino comprou os sacerdotes
romanos, conseguiu aliciar, e de fato, governou
a igreja de Roma, e introduziu nela os ritos
pagãos (22)
Como adorador do Sol, não resta dúvida a sua
influência: ele fez do dia 25 de dezembro uma
festa cristã (23), para que se celebrasse o
nascimento de Cristo. Ele fez da festa de Mitra,
Baal, Osíris, Apolo, e outros deuses
abomináveis, a festa do nascimento de Cristo -
Uma forma de sincretismo religioso.Talvez,
Constantino seja considerado convertido a
Cristo. Se isso for verdade, porém, ele foi
devidamente utilizado para a circunstância. Esta
é uma prova de que a sinceridade não livra
ninguém dos erros da ignorância, e nesse caso,
ignorância espiritual que é um pecado. Repito:
se Constantino realmente era salvo pelo sangue
de Cristo , isto não quer dizer que ele não foi
utilizado por Satanás.
Mas há evidências de que sempre existiram
verdadeiros cristãos que não comemoravam o
Natal. Talvez poucas, pois, a História (dos
homens) jamais se preocuparia em registrar
evidências que não sejam para agradar o mundo.
Porém, sempre escapa algumas dessas provas: "a
comemoração do Natal a 25 de dezembro não foi
passivamente aceita por todas as igrejas
cristãs, em virtude de sua identificação com a
festa pagã do solstício. A controvérsia levou o
clero armênio a considerar os sacerdotes romanos
como idólatras".(24)
"Não se sabe a data precisa do nascimento de
Jesus. Os primeiros cristãos não celebravam Seu
nascimento porque consideravam a comemoração de
aniversário um costume pagão". (25)
A ÁRVORE DE NATAL
Como os cultos pagãos estão ligados às estações
do ano, conseqüentemente deram origem ao culto
solar.
Porém, as estações do ano estão ligadas também
ao ciclo do florescimento da vegetação .
Surgiu, assim, a adoração à plantas,
particularmente à árvores. E para dar sentido à
esta adoração, os pagãos associaram os seus
deuses às respectivas árvores.
No Egito, por exemplo, o deus Osíris
"personificava o crescimento da vegetação e das
forças criadoras do Nilo" (26), sendo
representado, pelo cedro. Outros deuses de
outros povos, tinham suas representações
vegetais: Átis, o abeto (pinheiro), Júpiter , a
azinheira, Apolo, o louro, e mais uma infinidade
de outros deuses e suas árvores, que não vale a
pena mencionar aqui. (27)
Contudo, a Bíblia registra sobre esta abominável
modalidade de culto pagão, quando fala sobre a
Ashera.
Esta era uma deusa cananéia, chamada também de "Ashera-do
Mar", ou "Senhora do Mar", cujo filho era o tão
mencionado Baal. (28)
Símbolo da fertilidade, para quem era praticada
a prostituição cultual, pois tinha o seu
equivalente: Asterot (ou Astoret) e Astarte -
deusa semítica da vegetação (29). Era
representada por uma figura feminina nua,
segurando os dois seios, numa atitude de
lascívia. Era também representada por uma
espécie de árvore, provavelmente trabalhada.
Esta representação é citada em várias passagens
bíblicas : I Reis 16:33; 18:19; II Reis 13:6;
17:16; 18:4; 21:3; etc,.
Havia também para esta deusa, imagens esculpidas
(II Reis 21:7), vasos (II Reis 23:4), cortinas
(II Reis 23:7), e profetas (I Reis 18:19).
Porém, quando Gideão destruiu o altar de Baal e
cortou a Ashera, mostrou que se tratava de uma
árvore: "...disse o Senhor a Gideão; Toma um dos
bois de teu pai, a saber, o segundo boi de sete
anos, e derriba o altar de Baal que é de teu
pai, e corta a asera que está ao pé dele.
Edifica ao Senhor teu Deus um altar no cume
deste lugar forte, na forma devida; toma o
segundo boi, e o oferece em holocausto, com a
lenha da asera que cortaste". (Juízes 6:25-26)
Ora, lenha não se tira de uma estátua, e sim de
árvores.
Outra prova evidente está na seguinte passagem:
"Não plantarás nenhuma árvore como asera , ao pé
do altar do Senhor teu Deus, que fizeres".
(Deuteronômio 16:21).
Segundo Davis, a Ashera, cujo plural é Asherim,
é o nome de algum tronco de árvore da qual eram
tirados os ramos, e se tornava símbolo de uma
deusa com este nome de Aserá ." (30)
Na Bíblia de tradução de João Ferreira de
Almeida, na versão "Revista e Atualizada" é
traduzido por "bosque" ; na versão "De Acordo
com os Melhores Textos em Hebraico e Grego",
como também na esgotada "Tradução Brasileira"
mantém-se a palavra original - Ashera.
Porém, uma coisa está bem claro: Esta deusa,
representada, às vezes, por uma estatueta, era
também representada por uma árvore considerada
sagrada, ou o seu tronco, pois ela podia ser
plantada. (Deuteronômio 16:21).
Hoje, o enfeitado pinheiro de Natal tomou o
lugar da Ashera . Ele é colocado até defronte
dos púlpitos, como se o Senhor Jesus tivesse
algo a ver com tão abominável símbolo.
No passado, o pinheiro estava ligado aos povos
bárbaros, e o culto à árvores sagradas era muito
apreciado pelos romanos.Eles tinham, por
exemplo, o carvalho sagrado de Diana, localizado
num bosque também considerado sagrado - o
"Santuário de Nemi". (31)
Os bárbaros, particularmente os germanos e
celtas, criam no chamado "espírito da árvore",
entidades que habitavam dentro das árvores,
principalmente nos carvalhos mais velhos.
Daí se originaram os druídas - sacerdotes
oficiantes de uma série de magias e rituais.
Os druídas pertenciam à uma classe recrutada
entre as crianças da aristocracia guerreira, e
tinham grandes poderes dentro da sociedade
celta. A palavra druída - druí (singular), e
druad (plural) provavelmente significa:
sabedoria grande, profunda sabedoria do carvalho
(32). E entre suas atividades se incluiam
sacrifícios humanos. (33)
Para os germanos, o carvalho era a árvore do
deus Donar, chamado também de Thor, Odin, Wodan.
E foi com eles que, o pinheiro de Natal teve o
seu impulso inicial, dado provavelmente por
missionários católicos.
Conta a lenda que Vilfrido , um desses
missionários, quando pregava aos pagãos da
Europa, teve problemas com o culto às árvores.
Em frente à sua igreja havia um velho carvalho,
e os bárbaros criam que ali dentro habitava um
espírito. Na tentativa de convencê-los que suas
crenças eram infundadas, ele resolveu derrubar a
árvore. Coincidentemente, armou-se uma
tempestade e no momento em que a árvore caiu, um
raio despedaçou o seu tronco, espalhando-o por
todos os lados. Havia, porém, um pinheirinho no
local da queda que nada sofreu.
Para os bárbaros, ficou óbvio que era a
manifestação de Donar, acompanhado de sua
comitiva : tempestade e relâmpagos. Portanto,
não tinham nada a perder quando Vilfrido
declarou que aquela manifestação era do Deus dos
cristãos, e que o pinheirinho passara a ser do
menino Jesus. (34)
Outra história (se é lenda não sei), conta que
Bonifácio (673-754 d.c.), quando encontrou os
bárbaros adoradores de árvores, em Geismar,
Alemanha - centro religioso desses povos -
resolveu derrubar um velho carvalho, e com a
madeira edificou uma igreja em homenagem a "são"
Pedro. (35)
O culto às árvores sempre sobreviveu, e em 1539
havia ornamentação com árvores nas casas e nas
igrejas. Em 1671, havia comemorações na França,
com árvores enfeitadas, provavelmente
introduzidas por Charlotte Elizabette da
Baviera, princesa do Palatinado; e assim chegou
até aos nossos dias. (36)
Quanto aos enfeites das árvores de Natal,
segundo a Enciclopédia Delta Universal
(vol. 10 pag. 5608, da edição de 1980),
são diversas as suas procedências. Provavelmente
começaram com os escandinavos que decoravam suas
árvores com redes de pescas, assim como os
poloneses que o faziam com velas e ornamentos de
papel brilhante.
O PAPAI NOEL
Dentre todos os símbolos, este é o que
aparentemente não tem ligação com o paganismo
das civilizações antigas. Provavelmente, o Papai
Noel surgiu no século passado, quando Thomas
Nast, pintor norte-americano, criou esta figura
sorridente de barbas brancas. (37)
Muitas pessoas pensam que o Papai Noel seja o
elemento principal que deu origem ao crescente
consumismo das festas natalinas - o que não
deixa de ser verdade. Porém, se analisarmos
melhor veremos que, mais do que o consumismo,
ele tem uma importância fundamental para realçar
o Natal.
Quando examinamos a origem pagã do Natal,
buscamos as fontes no passado, quando os cultos
à deuses estranhos eram de grande importância
para os pagãos. O pretexto para manter aqueles
cultos foi colocar o Senhor Jesus no meio de uma
festa que não tem nada a ver com Ele.
Atualmente, os rituais foram mantidos, mas os
deuses foram esquecidos, e a pessoa do Senhor
Jesus se torna dispensável, pois, para o mundo,
não tem a menor importância se o Natal
corresponde ou não ao nascimento de Jesus.
Somente para os crentes, que querem defender
estas festividades pagãs, é que seria
interessante manter esta grande mentira.
Para os católicos, seria também interessante
manter a festa de Natal, como o nascimento de
Cristo, mesmo sabendo que é uma grande mentira.
Restou, portanto, para o mundo em geral, a
necessidade de um ídolo que fosse mais
conveniente para manter "o espírito do Natal" ,
visto que nem todo mundo poderia ser tão
"religioso".
Este ídolo teria que servir tanto para o
católico menos fervoroso, para o crente
ecumênico, como também para um ateu. Pois, o
importante é a imagem, os ritos mágicos, e o
espírito do Natal.
No passado, houve cristãos fiéis que combateram
estas festas, como já foi mencionado. Os
puritanos, na Inglaterra, proibiram os festejos
natalinos em 1644, tendo o mesmo ocorrido na
Escócia. Esta proibição conseguiu atingir os
territórios puritanos dos EUA, que só
comemoraram o Natal cerca de 200 anos depois, em
1836. (38) Tinha-se de manter, portanto, um meio
de garantir a festa de Natal.
Era necessário criar uma imagem que fosse bem
aceita pelo público - uma imagem agradável -
definitivamente associada à festa de Natal. E o
Papai Noel foi criado especialmente para cativar
as crianças - criando desse modo um laço de
afetividade que dificilmente seria destruído,
mesmo quando esta criança, se tornando adulta,
soubesse que o Natal é uma grande mentira.
E quem hoje, entre os cristãos, aceitaria
combater esta festa que, na verdade, é uma
abominação? Existe uma grande pressão, que
infelizmente influencia o próprio meio
evangélico.
O Papai Noel, porém, não tinha somente esta
finalidade. Não há mais Mitra, nem Apolo ou Baal
no panteão de algum povo. Na festa de Natal
sobraram apenas os símbolos: a guirlanda, a
árvore, os presentes, as velas, os enfeites, as
estrelas - objetos inanimados, de origem pagã,
mas nenhuma figura viva.
Se realmente o Senhor Jesus tivesse nascido no
dia 25 de dezembro, sem dúvida seria o
representante ideal, e não precisaria de uma
outra figura.
Porém, é o Papai Noel que está em destaque, e
não o Senhor Jesus; é o Papai Noel quem move a
festa, a quem se atribui a distribuição dos
presentes - uma grande mentira - pois, até as
crianças sabem de onde vem o dinheiro do
presente. Mas, ele é tido como benfeitor e amigo
de todos (como Mitra), simplesmente porque o
Papai Noel é a reencarnação de Baal, Apolo,
Osíris e Mitra.
A sua criação baseia-se nas lendas sobre
Nicolau, um suposto santo do séc. III a IV da
era cristã, da cidade de Mira, na Ásia Menor.
Conta-se que Nicolau, herdeiro de grande
riqueza, a distribuiu entre os pobres e as
crianças "que não tinham com que se alegrar
durante o Natal". (39)
Como ele se tornou o "santo protetor" de
diversas causas no meio popular, "para cada caso
foram criados episódios de sua vida para
justificar a devoção" é "considerado protetor
das crianças, dos marinheiros ... das noivas,
dos comerciantes, dos escravos, dos
sentenciados, dos homens ricos, dos ladrões".
(40). Podemos dizer que é um "santo" para
"quebrar qualquer galho", razão pela qual foi
escolhido para dar origem à figura de Papai
Noel.
O ANO NOVO
O festival do Ano Novo está ligado ao deus pagão
Janus, de onde veio o mês de Janeiro - Januárius.
Janus é o deus romano que protege os átrios e os
lares. É representado por uma cabeça com dois
rostos: um olhando para o passado e outro para o
futuro, dando a entender (segundo a crença) que
tem total conhecimento tanto do passado como do
futuro. Em 1º de Janeiro, em sua honra, os
romanos trocavam presentes entre si. (41)
A GUIRLANDA
Dentre os costumes pagãos, havia o de presentear
as pessoas com ramos verdes, nas festas do Ano
Novo, em Janeiro. Cria-se que carregando os
ramos para dentro de casa, estariam trazendo as
bênçãos da natureza, pois, "para os pagãos, a
natureza é portadora de espíritos e divindades".
(42). Talvez venha daí o surgimento da guirlanda
dos dias de hoje.
O Natal, na verdade, é um sincretismo religioso
feito nos séculos III e IV d.C., para que
pudesse ser passado à posteridade todos os
rituais e abominações pagãs.
É uma festa pagã, onde o nome do Senhor Jesus
foi usado apenas como pretexto, fazendo-O de
palhaço e espetáculo para o mundo.
Se pensamos que toda aquela simbologia era
válida apenas para a época em que os pagãos
cultuavam seus deuses, estamos enganados. Se
assim fosse , não haveria razão de mantê-las
nesta festa.
Há uma dupla finalidade na existência do Natal:
Além das mensagens inerentes, há um atrativo que
chama todo mundo à participar do seu ritual .
Assim como a Saturnália foi para os romanos, o
Natal é para o mundo - tornando cada
participante um cúmplice de sua magia. Foi uma
forma que Satanás achou para oferecer a sua
ilusória proposta de paz e harmonia,
transformando assim o mundo na "Saturnia Tellus".
Por outro lado, suas simbologias, rituais,
mensagens ocultas, destinadas aos praticantes
dos rituais de ocultismo, bruxaria e feitiçaria
são rituais pagãos que sobreviveram até os dias
de hoje.
As evidências desta verdade, além do que foi
mostrado até agora nesse trabalho, são as
crescentes publicações de magia, bruxaria,
ocultismo, adivinhação, facilmente encontrados
em qualquer banca de jornal ou livraria, onde
estão também incluídas as simbologias de Natal.
Uma das grandes provas da ligação do Natal com
rituais de magia, é o chamado "espírito do
Natal", onde o ambiente é modificado pelos
enfeites - símbolos de significados ocultos.
Juntamente com as músicas, é criado um clima de
mistério, e esta sensação atinge qualquer pessoa
de qualquer crença, católicos, espíritas,
possivelmente budistas, muçulmanos, e até os
ateus, criando uma espécie de confraternização.
O estranho é que atinge incrédulos e crentes, o
que evidencia que esta magia existe e tem grande
poder de penetração no mundo.
Como o povo de Deus poderia participar desta
festa, sabendo de sua ligação com o ocultismo,
magia, e feitiçaria?
Está evidente a finalidade do Natal como
portador de mensagens - não bíblicas - mas
mensagens destinadas aos que perecem.
Nós é que procuramos cristianizar o Natal.
Se o mundo age desta forma, não é de admirar,
pois faz o que lhe é próprio. Mas os filhos de
Deus que têm a função e a responsabilidade de
ser luz do mundo e sal da terra, quando
comemoram o natal - sabendo o que ele significa
- se fazem pior do que o mundo, pois desvirtuam
totalmente a sua função. Jesus disse:
"Vós sois o sal da terra; mas se o sal se tornar
insípido, com que se há de restaurar-lhe o
sabor? Para nada mais presta, senão para ser
lançado fora, e ser pisado pelos homens.
Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder
uma cidade situada sobre um monte; nem os que
acendem uma candeia a colocam debaixo do
alqueire, mas no velador, e assim ilumina a
todos que estão na casa.
Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens,
para que vejam as vossas boas, e glorifiquem a
vosso Pai, que está nos céus". (Mateus 5:13-16)
.
Devemos nos distinguir deste século mau, pois
para isto estamos aqui!
Não somos iguais ao mundo - apesar de estarmos
sujeitos às mesmas paixões e pecados - depois de
sermos atingidos pela graça de Deus, na pessoa
do Senhor Jesus, temos armas espirituais para
não andarmos mais como escravos do pecado do
mundo e do diabo. E estamos aguardando a
redenção total, na Sua volta. Como servos de
Deus, é necessário que o nosso testemunho seja
completo.
Quando procuramos fazer a vontade de Deus,
cumprindo o mandamento de sermos o sal da terra,
a luz do mundo, é inevitável termos atitudes
diferentes dos incrédulos .
Quando fazemos isto, muitos nos acusam de
fanáticos, radicais, extremistas, ou...de não
termos amor para com os outros. Não sabendo eles
que foi exatamente este o exemplo dado pelo
próprio Senhor e pelos Seus discípulos, como
Estêvão e Paulo (Marcos 11:15-18; João 2:13-16;
Atos 7:2-51; 17:32-33).
Seremos os juízes que julgarão o mundo e até os
anjos (ICoríntios 6:2,3); não podemos, portanto,
nos conformar com este mundo (Romanos 12:2), (IICoríntios
7:1), "visto que a amizade do mundo é inimizade
contra Deus "(Tiago 4:4).
Jesus, antes de ser entregue para ser
crucificado, orou: "Não rogo que os tires do
mundo, mas que os guardes do Malígno". (João
17:15)
Quando, para não sermos antipáticos,
participamos e nos harmonizamos com o mundo,
estamos sendo cúmplices do mal, sendo pedras de
tropeço para a ação de Deus a favor do próprio
mundo! O mundo precisa ver gente transformada ao
caráter de Jesus. Só Deus - quando Lhe somos
fiéis, tomando a posição de agradá-Lo - fará
esta mistura : não sair do mundo, mas ser
guardado do malígno.
A Bíblia nos exorta:
"...não sejais participantes com eles; pois
outrora éreis trevas, mas agora sois luz no
Senhor; andai como filhos da luz (pois o fruto
da luz está em toda a bondade, e justiça e
verdade), provando o que é agradável ao Senhor;
e não vos associeis ás obras infrutuosas das
trevas, antes, porém, condenai-as; " (Efésios
5:7-11) .
A mensagem está bem clara: Não devemos nos
associar às obras infrutuosas das trevas, e sim
condená-las.
Não se esconda atrás de desculpas com estas:
"O nosso Natal é diferente"- Isto é mentira,
pois, além de comemorarmos na mesma data, também
adotamos os mesmos costumes dos incrédulos.
"Estamos comemorando o nascimento de Jesus"-
Outra mentira, pois o Senhor Jesus não nasceu
nesse dia, e, o fato de não ser mencionado na
Bíblia a data do Seu nascimento, é justamente
para evitar a Sua comemoração. Na verdade,
quando comemoramos o Natal, estamos comemorando
a Mitra, Baal, e outros deuses, que se
encarnaram no Papai Noel.
"Santificamos o Natal" - Santificaria o cristão
uma mentira, uma farsa?
"O que vale é a intenção"- Com a intenção
ninguém foi salvo. Com a intenção podemos
cometer os mais abomináveis crimes.
"Jesus é o sol da justiça" - Uma das possíveis
alegações, é que Deus permitiu que os povos
pagãos adorassem os deuses como o deus Sol,
porque quando o Senhor Jesus vier, Ele será
adorado também como o "sol da justiça".
Não é possível que haja alguém, realmente
cristão, com tão absurda desculpa. Prefiro
acreditar que Satanás sabendo que Jesus é a luz
do mundo, criou falsos deuses como luz e sol,
para enganar a muitos, sendo que ele mesmo se
faz passar por anjo de luz. (II Cor.11:14)
O que faz com que o cristão participe dessa
festa, na verdade, é a pressão, a provação que
ele passa.
Como foi mencionado antes, o "espírito do Natal"
realmente existe, e é uma espécie de magia
criada para envolver, enlaçar, prender as
pessoas à esta festa.
O cristão, diante dos familiares, dos irmãos da
igreja, no serviço e na sociedade em geral, onde
é comemorado o Natal, sofre realmente uma
pressão. Mas é justamente aí que ele deve dar o
verdadeiro testemunho. Quanto mais ele se negar
a participar dessas festas pagãs e abomináveis,
mais vai se distinguir do mundo, sendo luz e sal
da terra, brilhando mais diante das trevas, e
exalando o bom perfume de Cristo.
RESUMO
PORQUE COMEMORAMOS O NATAL
Por falta de crescimento espiritual; por causa
do velho homem, o homem adâmico que existe em
nós, e que ainda predomina; por causa da
tradição cega, a que ainda nos prendemos. Enfim,
enquanto cada um de nós ainda persiste em
continuar como crente carnal, prevalece o
mundanismo que nos prende ao engano.
PORQUE NÃO DEVEMOS COMEMORAR O NATAL
Sua origem e simbologias são pagãs e anti
bíblicas.
Houve toda uma trama nos séculos III e IV d.C.
para envolver os cristãos nesta festa,
tornando-os cúmplices. Mas sempre existiram
aqueles que não participaram.
É uma festa especialmente do mundo, onde suas
concupiscência são satisfeitas.
É uma festa hipócrita, porque, para
justificá-la, foi usada a pessoa do Senhor Jesus
em vão.
É uma festa mentirosa, porque, o Senhor Jesus
não nasceu no dia 25 de dezembro - Este dia é a
data de comemoração dos deuses pagãos: Osíris,
Mitra, Baal, Apolo, etc.
É uma festa de caráter oculto, mágico onde se
encontra o chamado "espírito do Natal" .
Portanto, se comemorarmos o Natal, estamos na
verdade nos associando às obras infrutuosas das
trevas (Efésios 5:11) , tornando-nos cúmplices
da hipocrisia.
Se justificarmos esta festa, estaremos aceitando
a mentira de Satanás - "santificando" uma
mentira - e negando a nossa posição de cristãos.
Estaremos em fraqueza de fé, negando a
autoridade que Cristo Jesus nos entregou, que é
o fruto dessa fé.
"Estaremos nos prendendo a um jugo desigual com
os incrédulos; pois que sociedade tem a justiça
com a injustiça? ou que comunhão tem a luz com
as trevas? Que harmonia há entre Cristo e Belial?
ou que parte tem o crente com o incrédulo?" (II
Coríntios 6:14-15) .
_______________________________________________
Bibliografia
(1)
DOMATO, Hernâni - História do Calendário, pag.
26 (ed. 1976)
(2) HADAS, Moses et alii - Roma Imperial, pag.
132
(3) IDEM, Ibidem
CINLOT, Juan Eduardo - Dicionário de símbolos,
pag, 511-512, "Saturnais" (ed. 1984)
(4) NERY, Isre 1 - 0 natal e seus símbolos, pag.
31-32, (ed. 1978)
(5) SHERRARD, Philip et alii - Bizâncio, pag.16
(6) ABRIL, Cultural - As grandes religiões, vol.
1, pag. 124 (ed. 1973)
(7) HARDEN, Donald - Os fenícios, pag. 80-81
(ed. 1968)
ABRIL, Cultural - Op. cit.
(8) IDEM, Ibidem
(9) IDEM, Ibidem
(10) BOWLE, John et alii - Pequena enciclopédia
da história do mundo, vol. 1, pag. 200-201
(ed.1964)
(11) ABRIL, Cultural - Op. cit., vol. 1, pag.
124-126
(12) "Mitra o deus invicto: Mitologia e
Iconografia" - Mostruário existente no Museu de
Arqueologia da USP.
(13) HADAS - Op. cit., pag. 135-136
(14) ABRIL, Cultural - Op. cit.
(15) DONATO - Op. cit., pag. 38.
(16) "Mitra o deus invicto..."
(17) "Os mistérios científicos do Natal" in
Folha de São Paulo -
25/12/80, pag.2
NERY, Op. cit., pag. 31-32
(18) ABRIL, Cultural - Op. cit.
(19) DAVIS, John D. - A cruz era um símbolo
sagrado entre os caldeus, fenícios e os
egípcios, além de outras nações orientais. Ver:
"Cruz" in "Dicionário da Bíblia"
(20) BOWLE - Op. cit., pag. 23316
(21) SHERRARD - Op. cit., pag.16
(22) IDEM, Ibidem
(23) IDEM, Ibidem
(24) LAROUSSE Grande Enciclopédia, vol.8, pag.
4736-4737, "Natal"(ed. 1970)
(25) DELTA UNIVERSAL Enciclopédia, vol. 10 pag.
5608, "Natal" ((ed. 1980)
(26) BURNS, Edward McNall -História da
civilização ocidental, vol. 1 pag. 52-53
(27) CIRLOT - Op. cit., pag. 98-103, "A árvore".
(28) HARDEN - Op. cit., pag. 80-81
(29) McKENZIE, John L. - Dicionário Bíblico, pag.
82, "Aserá" (ed. 1983)
(30) DAVIS, John D. - "Dicionário da Bíblia" pag.
57, "Aserim, Aserá, plural Aserim..." (ed. 1960)
(31) FRAZER, Sir James George - O ramo de ouro -
Versão ilustrada. Círculo do livro, 1978. (Trata
ao longo do livro, sobre as árvores sagradas,
como também sobre o santuário de Nemi).
(32) POWELL T. G. E - Os celtas pag. 163 (ed.
1965)
(33) IDEM, Ibidem, pag 156-157
(34) NERY, Op. cit., pag. 40
(35) IDEM, Ibidem
(36) IDEM, Ibidem
(37) "Atualidades Nestlé" Conheça os porquês das
tradições de Natal - Jan./Mar. 1981 pag.30-31
(38) LAROUSSE Grande Enciclopédia - Op. cit.
(39) "Atualidades Nestlé" Conheça os porquês das
tradições de Natal
(40) NERY, Op. cit., pag. 43-46
(41) DONATO - Op. cit., pag. 33
(42) NERY, Op. cit., pag. 7
Transcrição de texto retirado do site lagoinha.com
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